sábado, 30 de maio de 2015

Sabe, eu sinto um medo danado de que eu nunca mais sinta por ninguém, o que sinto por ele. É algo tão forte, tão intenso, que chega a doer. É como se ninguém mais na face da terra me entendesse, é como se tivéssemos nascidos um para o outro. O que é um tanto irónico, pois nunca acreditei nessas coisas. Depois que o conheci passe a ver o mundo com outros olhos, é como se, de uma hora para outra, tudo fizesse sentido. Como se as coisas só se encaixassem quando ele estivesse por perto. E agora, tudo perdeu o sentido novamente. Ele foi embora e me deixou aqui, com um emaranhado de duvidas e incertezas.
— Como posso seguir em frente sem ele? Ele é quem trazia luz para minha escuridão. Era ele quem trazia cor para o meu “mundo” preto e branco. 

(DM)

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